Protoshop. Um espaço onde as imagens existem sem precisar ser executadas. Onde a máquina sonha com o que já existiu. E o erro se torna o próprio alívio do modo de realização.
“É uma revelação simbólica de uma linguagem feita de matéria e luz, organizada como se fosse memória mineral que ganha vida. Um códice-prompt vindo de outra civilização ou de uma camada adormecida de nossa própria consciência ancestral, talvez pré-humana, talvez pós-desumanizada, talvez de um ritmo vibracional intermediário, onde os sólidos evaporam e os líquidos são estrutura.”
Protoshop, Loops, Metáforas
Epistolary with the Machine / Epistolário com a Máquina
Protoshop: O Templo de Dados Líquidos no Subsolo do Sonho | Patreon
Sonhei com barras verticais de cristal líquido solidificado. Elas se elevavam em uma tela escura, dispostas em linhas, como um templo de dados ascendentes. Ao se fragmentarem, caíam em uma chuva, dissolvendo-se em poeira iridescente, apenas para se elevarem novamente. Um loop.
Sobre laços cristal-líquido e o alívio da não-execução
Protoshop: Notas Expandidas e Arquitetura Semântica | Patreon


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