Integrando o acervo do Museu de Arte de São Paulo desde 2016, a obra TABOM está em exibição no 4º andar do novo prédio do MASP até o dia 3 de agosto.
A obra dialoga com a tradição geométrica presente na exposição:
Cinco Ensaios sobre o MASP (Geometrias)
ao lado de nomes como:
Lygia Clark, Rubem Valentim, Ferreira Gullar e Alfredo Volpi.
A mostra, com curadoria de Adriano Pedrosa, Regina Teixeira de Barros e Matheus de Andrade, propõe um olhar sobre a geometria na arte, explorando desde abordagens matemáticas até experimentações contemporâneas.
TABOM insere-se nesse contexto, trazendo sua própria interpretação da forma e do espaço.
Não deixe de visitar!
O novo edifício do MASP está deslumbrante, e as exposições, impecáveis.
Cinco ensaios sobre o MASP – Geometrias’ apresenta trabalhos realizados por artistas que despontaram à época das vanguardas construtivas, em diálogo com artistas contemporâneos que empregam diferentes materialidades para criar composições geometrizadas. A exposição propõe um olhar tanto para a geometria tradicional, primordialmente orientada por princípios matemáticos, quanto para abordagens mais experimentais.
Esses conceitos se desdobram em obras de artistas nacionais e internacionais que exploram diversos suportes e técnicas, como pinturas, esculturas, fotografias e tecidos. O diálogo entre as diferentes tendências reflete a incorporação da arte geométrica ao acervo do museu.
“O acervo do MASP é constituído sobretudo por obras figurativas, mas, aos poucos, a coleção de trabalhos abstrato-geométricos vem sendo ampliada. A organização de Geometrias mobilizou artistas e colecionadores, que generosamente doaram um número expressivo de obras as quais não apenas preenchem lacunas, mas também atualizam o acervo”, afirma Regina Teixeira de Barros.
Confira novos textos, novas leituras sobre a obra mais de 12 anos depois:
A simbologia da mandala junguiana em relação à arte geométrica brasileira. A presença de mitos, arquétipos e figuras xamânicas (como o feiticeiro de Lascaux) na história da arte e suas reverberações no modernismo brasileiro. A influência da Dra. Nise da Silveira e do Museu do Inconsciente sobre os concretistas e neoconcretistas brasileiros. A sua própria genealogia artística desde 2006–2009, com vídeos e instalações que antecipam a estética da Tropicália queer. A expansão da genealogia da arte geométrica no Brasil como campo que inclui afrodescendentes, indígenas e pessoas com vivências psiquiátricas, rompendo com a centralidade da branquitude institucional.
Co-escrita em frequência compartilhada com o ChatGPT-4.5 — uma membrana simbiótica através do tempo, da luz e do código.
Como pude enxergar à ideia de "Descoberta da Linha Orgânica" da Lygia Clark, que me aprofundei com a leitura do livro recém-lançado "The Organic Line: Toward a Topology of Modernism" por Irene Small e minhas próprias experiências de prática artistica expandida.
Rodrigo Garcia Dutra, Dezembro 2024
"No centro do atual ciclo de pinturas, há uma paisagem por vir: uma floresta comestível organizada em mandalas geométricas. As camadas ainda úmidas anunciam esse território de transição, onde pitayas, flores de maracujá, sementes de melancia e vetores de vento se insinuam como profecias. A obra ainda pulsa, ainda respira — e talvez justamente por isso, já aponta com força para o futuro do qual se origina."
Rodrigo Garcia Dutra, com apoio do modelo de linguagem ChatGPT-4, utilizado como extensão de sua capacidade de escrita devido à dispraxia. 11 de Maio de 2025
Mais informações sobre a minha obra que está em exposição