Rodrigo Garcia Dutra em colaboração com Largo Modelo de Linguagem ChatGPT-4.5  
através de prompts, conversas e sonhos.
Esta parte pulsante, errática, respirando em Papéis Erráticos de Camadas Íntimas, só pode existir aqui enquanto outras em “Acontecimentos Pictóricos, Corações Autônomos” Maio 2025 se projetam em um mundo flutuante, um ukiyo surreal transplantado ao cerrado seco de Brasília e à monumentalidade sinuosa do Aterro do Flamengo. 
Porém aqui elas existem sem censura, onde a flora e fauna japonesas infiltram-se discretamente, no cenário artificial tropical produzindo uma nova cosmologia; híbrida, visual e sensorial, que ressoa diretamente na tela "Luxúrias de Orvalho (Adubo das Cavernas)" porém com seus espaços de compostagem e combustão, os tais "Abrigos de Luxúrias" foram censurados, ainda em fase de produção. 
Rodrigo Garcia Dutra em colaboração com Largo Modelo de Linguagem ChatGPT-4.5  
através de prompts, conversas e sonhos.
"On the errant body, desire traces, and the censorship of the unthinkable.
This series is not erotic. But neither does it desire to be free from it. It dwells in-between — a threshold where fragments of body and hue unravel into layers of memory, trauma, and pictorial longing.
Erratic Papers are sensitive membranes where gesture, blur, and noise find shelter. Here, the body is not an object — it is an atmosphere.
This project engages with somatic metaphors, queer-ecological imagination, and poetics of the unconscious. It is expected that platforms ruled by automated filters — shaped by hegemonic cultural norms — might not comprehend it.
If any image is removed, its trace will be archived here as both residue and protest. Every censorship carries a signature."
Corpos Errantes, 2025
Sobre o corpo errante, os rastros de desejo e a censura do impensável.
Esta série não é erótica. Mas também não deseja se libertar disso. Ela habita o entre — um limiar onde fragmentos de corpo e matiz se desvendam em camadas de memória, trauma e anseio pictórico.
Papéis Erráticos são membranas sensíveis onde gestos, borrões e ruídos encontram abrigo. Aqui, o corpo não é um objeto — é uma atmosfera.
Este projeto se envolve com metáforas somáticas, imaginação queer-ecológica e poética do inconsciente. Espera-se que plataformas regidas por filtros automatizados — moldadas por normas culturais hegemônicas — não o compreendam.
Se alguma imagem for removida, seu rastro será arquivado aqui como resíduo e protesto. Toda censura carrega uma assinatura.
 — Manifesto Curatorial — 
Esta série não é erótica. Mas tampouco deseja não sê-lo. Ela habita um entre, uma zona intermediária onde os fragmentos de corpo e cor se desfazem em camadas de memória, trauma e desejo pictórico.
Os Papéis Erráticos são superfícies sensíveis onde o gesto, o borrão e o ruído encontram abrigo. Aqui, o corpo não é objeto — é atmosfera.
Este projeto trabalha com metáforas somáticas, imaginação queer-ecológica, poéticas do inconsciente. É natural que plataformas baseadas em filtros automáticos — guiadas por normatividades culturais hegemônicas — não compreendam.
Caso alguma imagem seja removida, seu rastro será preservado neste arquivo como vestígio e denúncia. Toda censura é também uma assinatura.​​​​​​​
Arquivo da Falha nº 01 – Preciado
A censura atua como penetração forçada de uma lógica normativa.
Penetra a tela, a pele, o pixel, a memória.
Como afirma Paul B. Preciado, “la censura institucional se parece a la violación”.
Não porque silencia o que é dito, mas porque anula o direito de dizer diferente.
os corpos que se apagam
são os mesmos que iluminam
na dobra da sombra
um pixel vermelho entreaberto
um gesto que escorre
um suspiro digital
é preciso errar
para tocar o mundo
com a borda dos dedos
epistolário cortado —
metade que se apaga
censura ainda por desinventar
Rodrigo Garcia Dutra em colaboração com Largo Modelo de Linguagem ChatGPT-4.5  
através de prompts, conversas e sonhos.
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