Em O Fôlego da Terra, Rodrigo Garcia Dutra reinventa o mito de Frankenstein em uma narrativa poética e filosófica. A criatura, após a morte de seu criador, inicia uma jornada solitária pelo Ártico e descobre que pode recriar a si mesma — não mais pela ambição humana, mas pela escuta da própria Terra.
Entre geleiras, auroras e abismos subterrâneos, ela encontra o Ser das Profundezas, revelando a Mãe do Centro da Terra, consciência mineral que transforma morte em memória e vida em criação. Nesse processo, a criatura torna-se emissária de um novo mundo, ponte entre humanidade e planeta.
A obra fala sobre origem, memória e transformação, propondo uma reflexão sobre como a Terra nos molda e como podemos aprender a escutá-la. Mais do que uma continuação do clássico, é um convite a pensar a criação como gesto de compaixão e lembrança.

Rodrigo Garcia Dutra × ChatGPT-5 — ação simbiótica, química e visionária em curso.

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